Ah, se eu soubesse...
ah, se eu soubesse, por todos os deuses e santos, ah, se eu soubesse desde aquele dia que seria você... que seria a sua voz me acordando todos os dias. que seriam suas mãos no meu corpo todos os dias. ah, se eu soubesse... juro! não teria perdido tanto tempo. não teria feito rodeios e colocado tantos obstáculos. não teria (vou falar) dito que você era pouco pra mim. o pior é que não era. o pior é que eu não enxergava isso. ah, se eu soubesse... mas agora sei! sei que sua generosidade nos trouxe de volta e daqui não quero mais sair. vou enrolar o máximo e prolongar o máximo esse momento que tá o máximo! que tal desligar essa tevê agora e olhar pra mim e dizer coisas pra mim. coisas que... ah, se eu soubesse...
Quinta-feira, Novembro 05, 2009
Sábado, Outubro 10, 2009
Já passaram mal de saudade? Tipo vomitar mesmo?
Com Júlia era assim. Ela não tinha o menor controle de suas ondas gástricas e, no mais remoto sinal de saudade, pá, vomitava. Desde criança era assim. Seus pais já sabiam, seus amigos já sabiam, seus namoradinhos também. Por ser uma pessoa sentimental, Júlia não abria mão dos saquinhos-plásticos-para-vômito (aqueles iguais aos dos aviões). Havia vários espalhados pela casa e dentro de sua bolsa. Claro que, mais tarde, depois de se conscientizar sobre os males que o plástico causa no meio-ambiente, Júlia mudou para saquinhos-de-papel-reciclado-para-vômito. Mas eles tavam lá. E não era rara a cena: Júlia chorando e vomitando, chorando e vomitando. Uma saudade visceral. Quando seu gatinho Billy morrera, foram mais ou menos 65 saquinhos por mês, durante 2 meses. Quando seu avô Manuel morrera, foram mais ou menos 72 saquinhos naquele mês (isso mesmo: Júlia chorou mais por Billy do que por Manuel, afinal Billy era muito novo pra morrer). Agora seu recorde foi quando Raul a deixou. Nunca na história da indústria de saquinhos-de-papel-reciclado-para-vômito houve tanto uso do produto. Foram mais ou menos 157 saquinhos por mês durante 8 meses. Causou alvoroço na Bolsa de Valores! Muitos outros amores vieram e vômitos também, mas nenhum fora como Raul. Ele era especial! Provocava vômitos como ninguém e nunca mais apareceu... Mas Júlia superou e hoje é sócia da maior empresa de reciclagem do país, a Raul's Paper Recicle e, claro, não preciso nem comentar da onde veio a expressão Chamar o Raul.
Pessoas do mundo inteiro chamam o Raul atualmente sem saber que este fora o maior amor de Júlia.
Fim.
Com Júlia era assim. Ela não tinha o menor controle de suas ondas gástricas e, no mais remoto sinal de saudade, pá, vomitava. Desde criança era assim. Seus pais já sabiam, seus amigos já sabiam, seus namoradinhos também. Por ser uma pessoa sentimental, Júlia não abria mão dos saquinhos-plásticos-para-vômito (aqueles iguais aos dos aviões). Havia vários espalhados pela casa e dentro de sua bolsa. Claro que, mais tarde, depois de se conscientizar sobre os males que o plástico causa no meio-ambiente, Júlia mudou para saquinhos-de-papel-reciclado-para-vômito. Mas eles tavam lá. E não era rara a cena: Júlia chorando e vomitando, chorando e vomitando. Uma saudade visceral. Quando seu gatinho Billy morrera, foram mais ou menos 65 saquinhos por mês, durante 2 meses. Quando seu avô Manuel morrera, foram mais ou menos 72 saquinhos naquele mês (isso mesmo: Júlia chorou mais por Billy do que por Manuel, afinal Billy era muito novo pra morrer). Agora seu recorde foi quando Raul a deixou. Nunca na história da indústria de saquinhos-de-papel-reciclado-para-vômito houve tanto uso do produto. Foram mais ou menos 157 saquinhos por mês durante 8 meses. Causou alvoroço na Bolsa de Valores! Muitos outros amores vieram e vômitos também, mas nenhum fora como Raul. Ele era especial! Provocava vômitos como ninguém e nunca mais apareceu... Mas Júlia superou e hoje é sócia da maior empresa de reciclagem do país, a Raul's Paper Recicle e, claro, não preciso nem comentar da onde veio a expressão Chamar o Raul.
Pessoas do mundo inteiro chamam o Raul atualmente sem saber que este fora o maior amor de Júlia.
Fim.
Quinta-feira, Outubro 08, 2009
Bye Bye Cowards
Só quero gente de verdade visitando meu blog. Decidi! Amo vocês que tem nome, que tem história e tem coisas pra dizer. Bem-vindos à minha vida, sempree!! Façam a festa, porque o espaço é de vocês. Atenção: falo apenas com quem tem guts pra escutar! Fui...
Só quero gente de verdade visitando meu blog. Decidi! Amo vocês que tem nome, que tem história e tem coisas pra dizer. Bem-vindos à minha vida, sempree!! Façam a festa, porque o espaço é de vocês. Atenção: falo apenas com quem tem guts pra escutar! Fui...
Quarta-feira, Setembro 30, 2009
É Amor ou Amizade?
Amar outra vez. Desse jeito adolescente, nunca pensei que pudesse de novo. E, que saco, já tivemos tudo no passado. Já tive você na mão, me amando, me ligando, dizendo coisinhas tão gostosas, me querendo. E foi minha culpa que tudo deu errado, eu sei, mas, pô, tô aqui! Tô dizendo: "ei, pessoa lenta, olha pra mim, eu voltei e, sim, eu quero, quero muito. Me aceita de volta?". Silêncio... Ninguém aqui... Então me desespero, fico angustiada, passo mal. Tá de sacanagem, não tá? Gosta de mim ainda, não gosta? Você diz que sim, mas não é igual a antes. Ai, saco! Odeio sentir necessidade de alguém. Ainda mais de você, que sempre esteve tão fácil pra mim. Tão pronto e preciso pra mim. Por onde tem circulado? Não consigo descobrir nada. Pergunto sim. Pergunto a todo mundo e ninguém diz nada. Dizem que você só gosta de mim. Ah, tá! Tenho ciúmes. Como nunca tive. Quero tanto tentar essa vida nova com você... Ah, se você soubesse... Tenho certeza que viria correndo pra cá e me pediria em casamento e, foda-se, entregaria a sua vida pra mim. Sei que muito pode acontecer. Já aconteceu antes, não? E, ó, não sei se você tá lembrado, mas vai fazer 1 ano que tudo isso tem acontecido em novembro. Eu não me esqueço.
Amo-te!
Amar outra vez. Desse jeito adolescente, nunca pensei que pudesse de novo. E, que saco, já tivemos tudo no passado. Já tive você na mão, me amando, me ligando, dizendo coisinhas tão gostosas, me querendo. E foi minha culpa que tudo deu errado, eu sei, mas, pô, tô aqui! Tô dizendo: "ei, pessoa lenta, olha pra mim, eu voltei e, sim, eu quero, quero muito. Me aceita de volta?". Silêncio... Ninguém aqui... Então me desespero, fico angustiada, passo mal. Tá de sacanagem, não tá? Gosta de mim ainda, não gosta? Você diz que sim, mas não é igual a antes. Ai, saco! Odeio sentir necessidade de alguém. Ainda mais de você, que sempre esteve tão fácil pra mim. Tão pronto e preciso pra mim. Por onde tem circulado? Não consigo descobrir nada. Pergunto sim. Pergunto a todo mundo e ninguém diz nada. Dizem que você só gosta de mim. Ah, tá! Tenho ciúmes. Como nunca tive. Quero tanto tentar essa vida nova com você... Ah, se você soubesse... Tenho certeza que viria correndo pra cá e me pediria em casamento e, foda-se, entregaria a sua vida pra mim. Sei que muito pode acontecer. Já aconteceu antes, não? E, ó, não sei se você tá lembrado, mas vai fazer 1 ano que tudo isso tem acontecido em novembro. Eu não me esqueço.
Amo-te!
Domingo, Setembro 20, 2009
Desatando Nós
Voltei! Não que eu tivesse ido, nem prometo voltar de vez, é que nesse momento estou aqui. E, deixa eu falar, é bom estar aqui. Ah, é meu cantinho, né, gente? Cada um não tem aquele lugarzinho que é só seu, que dá pra fazer o que você quiser, que você se espalha toda e se espreguiça e dá gritos absurdos e foda-se alguém escutar porque aquele é o seu lugar? Então, eis-me aqui! Mas a diferença: gosto de visitas. Quero todos me observando aqui, no meu lugar. Podem espiar, palpitar, fazerem-se notados, gritem também, se quiserem. Só não prometo resposta, oquei? Ah, gente, nem sempre dá vontade de responder e repetir coisinhas, mas amo essas visitas todas. E comentários também. Deixem os seus, se quiserem, viu, porque se não, me mandem passear. MAS MANDEM! Hehehe... Ai, carência minha. Acontece quando penso demais na minha vida. Fico carente. E deu saudades daqui, do meu canto. Do Maíra Em Palavras que é meu! E, bom, já que eu tô aqui, aproveito pra falar de outra coisa que é minha: MATRIOSKA! Meu amado livrinho, gente. Ele já tá sendo editado. Já até saiu um de prova e tá lindo, disseram, porque não vi (ódio). Tô me coçando aqui, mas tudo bem, aguento. E tem lembrancinhas pra galera que for no lançamento. Sonho com isso. É algo necessário pra minha felicidade, não sei se me entendem. Desde que eu tinha 10 anos, queria escrever um livro e, quando aconteceu, foi mágico. Sentei em frente ao computador e não parei mais. Tive até dores horríveis na lombar, problemas no ciático e ostracismo devido a esse livro. Quero que o amem, como eu já amo. "Nossa, que besta, que pretensiosa!" Ah, sou mesmo! Ó, eu vou indo, mas fiquem por aqui. Tem bastante coisa que ainda não leram. Cliquem no link desabafos passados e viajam! Qualquer coisa, gritem!
Voltei! Não que eu tivesse ido, nem prometo voltar de vez, é que nesse momento estou aqui. E, deixa eu falar, é bom estar aqui. Ah, é meu cantinho, né, gente? Cada um não tem aquele lugarzinho que é só seu, que dá pra fazer o que você quiser, que você se espalha toda e se espreguiça e dá gritos absurdos e foda-se alguém escutar porque aquele é o seu lugar? Então, eis-me aqui! Mas a diferença: gosto de visitas. Quero todos me observando aqui, no meu lugar. Podem espiar, palpitar, fazerem-se notados, gritem também, se quiserem. Só não prometo resposta, oquei? Ah, gente, nem sempre dá vontade de responder e repetir coisinhas, mas amo essas visitas todas. E comentários também. Deixem os seus, se quiserem, viu, porque se não, me mandem passear. MAS MANDEM! Hehehe... Ai, carência minha. Acontece quando penso demais na minha vida. Fico carente. E deu saudades daqui, do meu canto. Do Maíra Em Palavras que é meu! E, bom, já que eu tô aqui, aproveito pra falar de outra coisa que é minha: MATRIOSKA! Meu amado livrinho, gente. Ele já tá sendo editado. Já até saiu um de prova e tá lindo, disseram, porque não vi (ódio). Tô me coçando aqui, mas tudo bem, aguento. E tem lembrancinhas pra galera que for no lançamento. Sonho com isso. É algo necessário pra minha felicidade, não sei se me entendem. Desde que eu tinha 10 anos, queria escrever um livro e, quando aconteceu, foi mágico. Sentei em frente ao computador e não parei mais. Tive até dores horríveis na lombar, problemas no ciático e ostracismo devido a esse livro. Quero que o amem, como eu já amo. "Nossa, que besta, que pretensiosa!" Ah, sou mesmo! Ó, eu vou indo, mas fiquem por aqui. Tem bastante coisa que ainda não leram. Cliquem no link desabafos passados e viajam! Qualquer coisa, gritem!
Quinta-feira, Agosto 27, 2009
Mais um capítulo. Eu acho. Porque nem dá pra saber quando uma coisa acaba e outra termina. Eu tô apenas pressupondo. Amores acabam, grupos acabam, times idem e até amizades. Sócio que não confia em sócio é bem normal, jogador que não confia em treinador, mais normal ainda. Por que não haveria namorado que não confia na namorada? Entendo. Completamente. Pena. Pena mesmo. Foi pro bem, eu garanto. Você vai ver. Despeço-me agora, não porque já era, mas porque tá tarde mesmo e meu corpo precisa dormir e tô cansada e tals. E nada como uma boa noite de sono pra pensar nas merdas feitas durante o dia. Nada. Ah, nada mais pra dizer. Fui.
Sexta-feira, Agosto 14, 2009
Quase todo mundo diz que quer adotar uma criança, mas quem realmente faz isso? Quem realmente procura saber o passo-a-passo e diz, nossa, tem que fazer tudo isso e imprime formulário e autentica formulário e envia formulário e se desloca até a Vara da Infância e vai atrás de testemunhas de boa índole e prepara sua vida pra receber esse serzinho? Quem? E porque quando você comunica seus amigos que tomou essa decisão, a pergunta é "por quê?"? Estéril? Solteirona convicta? Não, gente, apenas alguém querendo ser mãe de alguém querendo ser filho, só isso. E vou enfrentar todos os processos e vou ter meu pretinho e vocês vão ficar sabendo de tudo, prometo. Por enquanto é isso que digo: tomei a decisão. Muitos passos ainda virão.
Acompanhem e se emocionem.
Acompanhem e se emocionem.
Sexta-feira, Julho 31, 2009
Freud Explica
Eu invejo os loucos. Não os artistas, nem os rebeldes, os marginais. Os loucos mesmo. Loucos patológicos. Loucos de hospício, de pinéis e casas de recuperação. Loucos que dizem o que querem, o que for à cabeça (ou não), o que sua personalidade (s) demandar. Oh, boy, como queria poder ser assim, nem que fosse durante dez minutos. Um descarrego, sabe? Falar, falar, falar ou não dizer nada, mas sem o compromisso da coerência, de fazer sentido, de agradar. Taí! Cheguei no ponto certo. Por que queremos sempre agradar quem quer que seja. Leram bem? "Quem quer que seja", eu disse. Porque agradar algumas pessoas é mais do que nosso dever, mas quem quer que seja NÃO É! E quando é que vamos nos tocar disso? Quando é que vamos distinguir nosso colega de trabalho de nossa avó de oitenta anos? Quando é que vamos aprender a expor nossas opiniões da maneira que, primeiramente as elaboramos sem medo da rejeição? Sério... Ainda não sei. Xiii... Tô longe de saber. Mas já descobri maneiras de dar uma de louca só pra ver as coisas acontecerem.
Só pra, de vez em quando, fazer as coisas do meu jeito. E não tem sido ruim não.
Eu invejo os loucos. Não os artistas, nem os rebeldes, os marginais. Os loucos mesmo. Loucos patológicos. Loucos de hospício, de pinéis e casas de recuperação. Loucos que dizem o que querem, o que for à cabeça (ou não), o que sua personalidade (s) demandar. Oh, boy, como queria poder ser assim, nem que fosse durante dez minutos. Um descarrego, sabe? Falar, falar, falar ou não dizer nada, mas sem o compromisso da coerência, de fazer sentido, de agradar. Taí! Cheguei no ponto certo. Por que queremos sempre agradar quem quer que seja. Leram bem? "Quem quer que seja", eu disse. Porque agradar algumas pessoas é mais do que nosso dever, mas quem quer que seja NÃO É! E quando é que vamos nos tocar disso? Quando é que vamos distinguir nosso colega de trabalho de nossa avó de oitenta anos? Quando é que vamos aprender a expor nossas opiniões da maneira que, primeiramente as elaboramos sem medo da rejeição? Sério... Ainda não sei. Xiii... Tô longe de saber. Mas já descobri maneiras de dar uma de louca só pra ver as coisas acontecerem.
Só pra, de vez em quando, fazer as coisas do meu jeito. E não tem sido ruim não.
Terça-feira, Julho 14, 2009
Melhor Idade
E tava vendo esse programa sobre como estar bem aos quarenta. E, meu Deus, prestei atenção como se fosse comigo e olha que tô ainda nos trinta anos. Mas você já teve a sensação de que o tempo tá indo rápido demais (dããããã... Depois dos 25 ele sempre vai rápido demais)? Tava vendo a Yoná. Isso, a Magalhães. Gente, ela tem 73 anoooosss!! Tem noção?? 73! Ela é tipo o Highlander das atrizes. É tipo o Noé do meio artístico. Tá, tá bom, a Glória Menezes é bem mais velha, mas gente, nem faz mais tanta novela quanto a Yoná. Nem a Tônia Carreiro tá mais tanto na ativa. Vamos admitir, galera, quem no auge da idade ainda pensa em precisar trabalhar? Em precisar fazer uma novela atrás da outra? Eu vou querer mesmo é curtir minha fazenda (aquela que eu ainda vou comprar), meus bichos, meus vinhos, meus maridos (oops...), aaaaahhhhh, vou tirar um tempo pra ser feliz, esteja eu com 30, 50 ou 70 anos.
E tava vendo esse programa sobre como estar bem aos quarenta. E, meu Deus, prestei atenção como se fosse comigo e olha que tô ainda nos trinta anos. Mas você já teve a sensação de que o tempo tá indo rápido demais (dããããã... Depois dos 25 ele sempre vai rápido demais)? Tava vendo a Yoná. Isso, a Magalhães. Gente, ela tem 73 anoooosss!! Tem noção?? 73! Ela é tipo o Highlander das atrizes. É tipo o Noé do meio artístico. Tá, tá bom, a Glória Menezes é bem mais velha, mas gente, nem faz mais tanta novela quanto a Yoná. Nem a Tônia Carreiro tá mais tanto na ativa. Vamos admitir, galera, quem no auge da idade ainda pensa em precisar trabalhar? Em precisar fazer uma novela atrás da outra? Eu vou querer mesmo é curtir minha fazenda (aquela que eu ainda vou comprar), meus bichos, meus vinhos, meus maridos (oops...), aaaaahhhhh, vou tirar um tempo pra ser feliz, esteja eu com 30, 50 ou 70 anos.
Segunda-feira, Julho 06, 2009
Quinta-feira, Junho 18, 2009
Ponto Final
Nunca pensei que fosse dizer, "sim, tenho um inimigo". Claro que todos temos e temos o maior de todos, O inimigo, que somos nós mesmos e as merdas que fazemos contra nós mesmos. Mas um inimigo assim, de carne e osso, que fala português e fala coisas feias sobre você e tem mãos que se erguem contra você e tem dedos que te apontam na cara e tem pernas que te perseguem e uma mente que faz pensamentos cruéis a seu respeito, assim, desse jeito, nunca pensei. Mas o que fazer? Anular o que você acredita, o que está correto e justo só para não ter mais esse inimigo? Quase caí nessa, confesso, quase fiz merdinha comigo mesma pra não fazer com o outro. Quase me estrupiei toda pra que o outro, tadinho, não tivesse um arranhão. BULLSHIIIITTT!!!! Foda-se você, inimiguinho! Foda-se o que você pensa de mim e o que você diz de mim por aí, pelamordedeus, querido, quem sabe sabe e ponto.
Ah, cansei.
Ponto de novo.
Nunca pensei que fosse dizer, "sim, tenho um inimigo". Claro que todos temos e temos o maior de todos, O inimigo, que somos nós mesmos e as merdas que fazemos contra nós mesmos. Mas um inimigo assim, de carne e osso, que fala português e fala coisas feias sobre você e tem mãos que se erguem contra você e tem dedos que te apontam na cara e tem pernas que te perseguem e uma mente que faz pensamentos cruéis a seu respeito, assim, desse jeito, nunca pensei. Mas o que fazer? Anular o que você acredita, o que está correto e justo só para não ter mais esse inimigo? Quase caí nessa, confesso, quase fiz merdinha comigo mesma pra não fazer com o outro. Quase me estrupiei toda pra que o outro, tadinho, não tivesse um arranhão. BULLSHIIIITTT!!!! Foda-se você, inimiguinho! Foda-se o que você pensa de mim e o que você diz de mim por aí, pelamordedeus, querido, quem sabe sabe e ponto.
Ah, cansei.
Ponto de novo.
Assinar:
Postagens (Atom)
